Brasil

Brasil teve, no domingo o 9º dia com média de mortes acima de 2,5 mil óbitos

No domingo, o Brasil teve 1.233 mortes por Covid em 24 h e é pior semana da pandemia com mais de 19 mil óbitos

O Brasil registrou, no domingo (4), 1.233 mortes por Covid e 30.939 casos da doença. A queda nos números era esperada para um domingo de feriado. Em recessos, os dados da Covid no país costumam ser menores, por atrasos de notificação nas secretarias de saúde. Mesmo com os dados menores, o país teve a pior semana da pandemia, com 19.231 mortos, de segunda, 29 de março, até  domingo.

O país chegou a 331.530 mortes pela Covid e a 12.983.560 pessoas infectadas desde o início da pandemia.
Já são quatro semanas seguidas de recordes semanais de mortes. Antes da atual, a pior semana havia sido a anterior (de 22 até 28 de março), com 18.184 mortes. A semana anterior a essa (15 a 21 de março) também havia sido a pior, com 15.788 mortes.

A média móvel de mortes também teve uma redução e chegou a 2.747. Na última semana, a média móvel permaneceu dois dias acima de 3.000 mortes por dia. A média é um instrumento estatístico para suavizar variações de dados.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 20 estados.

Já foram aplicadas no total 24.864.037 doses de vacina (19.474.826 da primeira dose e 53.89.211 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 12,10% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 3,35%, a segunda.

Nas últimas 24 horas, 291.024 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 46.850, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​

 

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