Opinião

Roberto Requião vem crescendo na preferência dos paranaenses, após vacilo do governador e do Secretário da Educação

“Me chama que eu vou” foi um dos jingles mais tocados, numa das campanhas eleitorais de Roberto Requião, e que volta à tona com força em todo o Paraná, devido aos desastres de gerenciamento de Renato Feder e do atual governador, especialmente na área da educação. Virar as costas para as prioridades do setor, é um tiro no pé.   

O jingle “me chama que eu vou” foi criado em 2002, marcando a virada de Roberto Requião em cima do seu principal oponente, na disputa para governo do estado do Paraná    

Desde então, a canção é usada como um amuleto nas campanhas eleitorais de Roberto Requião. Desta vez, não vai ser diferente. O ex-governador, por três vezes, ocupou o cargo máximo e agora está sendo intimado, pelos funcionários públicos do Paraná, para voltar ao cargo.   

Isso por causa dos constantes ataques aos educadores e das desastrosas declarações, do governador Carlos Massa Ratinho Junior, de ter “ganhou todas as guerras contra a APP-Sindicato.”  

A afirmação do governador falastrão só despertou a ira de uma classe dos funcionários públicos, que resolveu abraçar a candidatura do seu maior adversário: do ex-governador e senador, Roberto Requião.   

Com o fortalecimento de um nome na oposição, coloca um ponto final nas especulações onde diziam que Roberto Requião iria disputar uma vaga no congresso nacional, como deputado federal.   

O nome do ex-governador é respeitado em todas as esferas da política e em qualquer disputa, só vai honrar o cargo e os paranaenses, o que conhecemos de Roberto Requião, não transforma o mandato em artigo de barganha, seja como deputado Federal, senador e até mesmo como governador.  

Por esse motivo, o estado do Paraná está se sentindo órfão da representatividade e da figura de um homem que cumpriu com determinação sem prejudicar o povo do Paraná.  

Diferente do atual chefe do executivo, que falta com o compromisso na valorização da educação e do povo do Paraná.  

Tentar forçar os educadores voltar as salas de aulas, sem aplicação da vacina, que visa imunizar a população contra o coronavírus, é um crime contra a humanidade e que vai custar caro para Carlos Massa Ratinho Junior.    

O governador vai contribuir diretamente pelo aumento doa contaminados pelo coronavírus e muitos poderão vir a óbito por conta da irresponsabilidade de um governo antipopular.

Clique aqui para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Topo