Carlão Maringá

Quebraram a cara

Um grupo de empresários e políticos que tentou furar a fila da imunização em Belo Horizonte, pagando para se vacinar em uma garagem de uma empresa de transportes, foi enganado. A conclusão é da Polícia Federal, que identificou que, pelas provas colhidas, o conteúdo injetado nas pessoas era soro fisiológico. Empresários da cidade chegaram a pagar R$ 600 por duas doses do que a falsa enfermeira, identificada como Cláudia Mônica Pinheiro Torres de Freitas, afirmava ser vacina contra a doença.

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