Educação

Porque o movimento pela educação quer desesperadamente o retorno as aulas presenciais

Arquivo - PT

 

Por: Paulo Lindesay

A Fundação Itaú para Educação e Cultura, Fundação Lemann, Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Roberto Marinho, Fundação Telefônica Vivo, Instituto Natura, Instituto Península, Instituto Sonho Grande, Instituto Unibanco, Movimento Colabora Educação, Movimento Pela Base, Movimento Profissão Docente.

É para esse grupo de financiadores que muitos pais de alunos estão lutando para o retorno do ensino presencial nesse momento, a todo custo.

Enquanto a maioria dos professores e profissionais da Educação e as representações sindicais afirmam que a maioria das escolas brasileiras não tem condições sanitária para o retorno dos alunos e os trabalhadores (as) da Educação as aulas presenciais.

Esse movimento todos pela Educação está sendo usado para legitimar o decreto 9057/2017, do governo Temer, que instituiu a nova base curricular e o ensino a distância nas três esferas de governo. Do ensino especial até o universitário.

Após a aprovação do decreto 9057/2017, o Jorge Lemann comprou mais de 50 escolas.

Qual a intenção dessa compra?

O decreto 9057/2017, no seu Art. 19, autoriza que instituição de ensino se associem a qualquer pessoa jurídica , com  estrutura de ensino. Por isso o interesse do Jorge Lemann e outros empresários em comprar escolas. Na AmBev não tem estrutura de ensino.

DECRETO 9057/2017.

Art. 19. A oferta de cursos superiores na modalidade a distância admitirá regime de parceria entre a instituição de ensino credenciada para educação a distância e outras pessoas jurídicas, preferencialmente em instalações da instituição de ensino, exclusivamente para fins de funcionamento de polo educacional a distância, na forma a ser estabelecida em regulamento e respeitado o limite da capacidade de atendimento de estudantes.

Os setores da educação precisam convocar os pais dos alunos para discutir e desmascarar esse movimento, que está a serviço empresarial, que serão os formuladores da política educacional brasileiro. Será a privatização total da educação pública.

Paulo Lindesay – Diretor da ASSIBGE-SN Coordenador do Núcleo da Auditoria Cidadã RJ

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