Educação

Ministério Público obriga Renato Feder exonerar a diretora pedagógica da SEED; acusada de corrupção

HEDESON ALVES

O Secretário de Educação e dos Esportes do Paraná, Renato Feder, aprecia ser notícia. Após meses de insistência conseguiu reabrir as portas de algumas escolas, mesmo com a pandemia do coronavírus nas alturas, justificando que todos os protocolos de segurança serão seguidos, que as escolas estão seguras. Se no Paraná está vivendo num período seguro, porque o último decreto que fechou por 21 dias as Secretarias no Estado do Paraná? A covid só é transmissível nestes locais?

O Secretário de Educação foi a público e garantiu enfatizando que, acordado com a APP Sindicato, iria abrir as escolas estaduais após a imunizar todos os professores e funcionários, desrespeitando o acordo, além de demonstrar estar mentindo. Seria uma tentativa de jogar a população contra os professores e funcionários públicos?

A Secretaria de Educação, volta a ser notícia, num escândalo que estourou no órgão no final do dia de ontem.

Dessa vez, a protagonista é a servidora Adriana Kampa. De repente, foi afastada pelo Ministério Público do Paraná.

Segundo um professor; “a quadrilha que tomou de assalto a Secretária de Educação e dos Esportes do Paraná”, que tem no seu comando o secretário genocida, Renato Feder, começou a desmontar. Com uma determinação do Ministério Público do Paraná, a diretora pedagógica da SEED, Adriana Kampa, foi exonerada.

O parlamentar chegou a indicar a esposa para ocupar a vaga de Renato Feder, quando entrou em rota de coalização com o secretário da educação.

O motivo, que o Ministério Público do Paraná encontrou, para exigir a exoneração da servidora, foi que ela teria cometido erros gravíssimos envolvendo escolas estaduais, na contratação de agentes terceirizados.

Foi revelado também, que a servidora possui uma empresa que fornece materiais de segurança, e se aproveitou de informações privilegiada, para vender produtos sem licitação e foi favorecida por conta da pandemia e com o aval do Secretário genocida, Renato Feder.

Até quando a Secretaria de Educação será notícia por desmandos e irregularidades?

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