“Secretária de Educação alega que não há profissionais habilitados para atender a demanda”– afirma a APP   

  

Durante o tempo em que vem trabalhando no estado do Paraná, a maioria dos professores, mesmo com o contrato temporário do Processo Seletivo Simplificado, sempre estão investindo na aprimoração no conhecimento, através de cursos de especialização. Se não prestaram concurso, foi porque não foi realizado durante esse tempo.  

 Mesmo com todo o esforço, especialmente de quem atua nos cursos técnicos, que são ofertados a população, além dos salários estarem defasados, como determina a lei, devendo ser feita uma reposição  de 30%, os professores descobriram que a Secretária de Educação, através de um convenio com a Unicesumar, repassando as aulas dos 1° anos dos cursos técnicos para a instituição,  e, para espanto de todos,  os professores serão substituídos por alunos da iniciativa privada, que terão a função de monitores. Um duro golpe aos educadores, especialmente para os alunos, já que serão atendidos por indivíduos, ainda em formação, sem domínio da didática e da prática, necessária para o atendimento de forma satisfatória e produtiva. 

 O Blog do Take, desde o início do desgoverno de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), vem chamando a atenção, em relação a forma como está sendo conduzida a Educação no Estado do Paraná, desde que Renato Feder assumiu a Secretária de Educação no Paraná.  

O novo golpe foca em trocar maioria dos professores dos 1° anos dos cursos técnicos, por alunos monitores, que receberam um pouco mais de R$600,00 por mês.  

O prejuízo vai ser grande, para a educação profissional, já que troca os professores especializados e contratando uma empresa privada que vai usar alunos de seus cursos como professores. Novamente a educação vai ser precarizada, prejudicando o povo do Paraná e futuramente quem absorver a mão de obras desses formandos.  

  Infelizmente, mais uma área da educação é prejudicada, é de responsabilidade do estado, e como já foi demostrado anteriormente, parece que o interesse é de acabar com o que é público, já que firmou de um contrato com a iniciativa privada, onde quem vai faturar alto é uma instituição privada, em detrimento do que é público e agora a educação profissional passa aos poucos para as mãos da Unicesumar. Cadê o compromisso com o cidadão?  

 A atitude do governador e do secretário Renato Feder só mostra o quanto estão preocupados em agradar a iniciativa privada.  

Enquanto dão dinheiro para uma universidade ensinar os cursos técnicos, com alunos monitores e sem experiência, não cumpre com a obrigação de fazer a reposição dos salários dos funcionários públicos. A solução para a valorização dos professores, novamente, é mudar o governador do estado.   

 Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL) já mostrou que não gosta de pobre e que só pensam nas camadas mais baixa da população, na hora do voto.  

Na eleição desse ano, a população vai dar o troco aos poderosos que pensam em agradar uma parcela pequena da população. 

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