Opinião

Greve dos professores tem início no dia 18 de fevereiro e “fora Feder” vai estar na pauta   

O Fato Maringá

O atual governador tem depreciado a educação no Paraná, não ouvindo a voz que vem as ruas; com baixos salários e desvalorizando os profissionais, especialmente os que atuam no Processo Seletivo Simplificado, tem desagradado grande parte dos professores em todo o estado.  

  

No meio dos educadores, tem muita gente que votou no atual governador e atitude do chefe do poder executivo, tem sido um duro golpe a sobrevivência de quem precisa estar na ativa para viver.  

  

A nomeação do secretário da Educação Renato Feder, ainda hoje, é um grande mistério, nem as pessoas próximas do governador sabem como o mega empresário paulista apareceu no estado e virou secretário da educação.    

 

A impressão é que o mega empresário e secretário, Renato Feder, faz o que bem entende e o governador Carlos Massa Ratinho Junior, mostra que não tem poder sobre o secretário mais odiado na história do Paraná.   

  

Dessa forma, vai destruindo o processo educacional, que levou anos para ser construído, a duras penas, pelos professores.  Com os direitos atacados, os educadores estão se unindo num só grito de Fora Feder.   

  

O estado precisa valorizar os professores urgentemente, pelo contrário, o governador vai pagar um alto preço, por ser omisso a destruição do processo educacional. Já que está sendo apontado como um governo fascista e inimigo da educação.  

  

Nos bastidores, os professores estão se movimentando e se organizando contra a extrema direita, que odeia os profissionais da educação e criam fatos que depõe contra formação dos alunos como o projeto se liga, que passa o aluno de ano, sem o aproveitamento adequando. Uma vergonha para o setor educacional. Pelo motivo exposto acima, no dia 23 o indicativo de greve foi aprovado em assembleia pela APP-Sindicato e na pauta, esta a dispensa do Secretário da Educação Renato Feder.

  

O atual governo, está num dilema, se não atender o clamor dos professores do Processo Seletivo Simplificado, em destituir o secretário da educação e cancelar a famigerada prova, ja que não dá o direito de o educador assumir as aulas no estado, poderá pagar um alto preço na sua reeleição.   

  

Um número considerável dos mais de 40 mil professores, poderá optar em acompanhar a candidatura do ex-governador Roberto Requião ou mesmo do deputado estadual Requião Filho, quem vem crescendo na preferência dos funcionários públicos.  

  

Que venha as eleições de 2022 e que as pré-candidaturas sejam apresentadas a sociedade paranaense. 

 

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