Opinião

Governador Ratinho Junior e Renato Feder prejudicam o processo educacional no Paraná

 Tornar precário a educação paranaense para privatizar  

O Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria de Educação, comandada pelo mega empresário Renato Feder; o mesmo que tem sérios problemas com o fisco brasileiro e que deve uma fortuna de ICMS no estado do Rio de Janeiro, pretende iniciar o ano letivo de 2021, desfalcados de professores e agentes educacionais.  

Mesmo com os resultados em mãos, da famigerada prova do Processo Seletivo Simplificado, aplicado pela CEBRASPE, onde o professor foi obrigado a pagar, para ter direito de fazer uma prova que não o classificaria para ter acesso de escolha para as aulas, ainda não ocorreu a distribuição das vagas.    

O procedimento desagradou a maioria e fora isso, foi realizada em todo o Paraná, com a pandemia do coronavírus em alta; correndo o risco de espalhar e promover a contaminação do vírus, trazendo doenças e mortes entre os educadores.  

A Secretária de Educação do Paraná, solicitou ao CEBRASPE e que prontamente atendida, a antecipação do resultado do certame. A convocação desses profissionais, só será feita na próxima segunda-feira (22).  

O prejuízo para esses profissionais, será enorme, perderam a capacitação que aconteceu no dia 11 de dezembro do ano passado e já estão perdendo mais uma capacitação que começou no dia 18 e que finaliza no dia 24 desse mês.  

Enquanto a Secretária de Saúde, comandada por Beto Preto, insistia que a população precisava obedecer a orientação sanitária, o governador Carlos Massa Ratinho Junior e seu cumplice Renato Feder, confinaram mais de 40 mil professores inscritos para a prova do Processo Seletivo Simplificado para fazer a prova inscrita. Não levando em consideração a idade e nem o fator risco do tipo portador de pressão alta e diabetes.  

Com o resultado nas mãos, a secretária de educação pretende fazer a convocação dos profissionais classificados o dia 22. Após a convocação os professores terão que iniciar o ano letivo no dia 23.   

Outro grupo que está na espera da convocação, são os agentes 1 e 2 e que estão na eminência de perder o cargo, já que não apareceram empresas interessadas para participarem do leilão, de limpeza das escolas. Foi um desastre o certame.  

Com a terceirização da limpeza nas escolas estaduais, o governo de Carlos Massa Ratinho Junior, pretendia gastar mais de 80% com a folha de pagamentos; verba que poderia ser usada para dar a reposição salarial dos servidores do setor e mesmo assim, faltaram empresas interessadas em participar da licitação e assumir o setor. 

 

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