Opinião

Governador e secretário da educação desejam aulas presenciais para maio com a intenção de ferrar com os professores e precarizar o ensino

Carlos Massa Ratinho Junior e Renato Feder vão levar professores, alunos e funcionários de escola para uma vala, com a insistência das aulas presenciais sem vacinas

Parece que a atitude de Ricardo Barros, de declarar que os professores não estão trabalhando, encontrou ressonância entre os governadores e, a maioria está exigindo   o retorno as aulas já, sem vacinas, colocando em risco a comunidade escolar.

Uma atitude irresponsável dos governadores e prefeitos, que determinar o retorno as aulas presenciais sem as devidas seguranças.

Os professores não são acomodados e nem preguiçoso. Todos estão trabalhando em home office, em todo o Paraná. O amor ao magistério é maior, do que a crise sanitária do coronavírus. O relato é que todos estão trabalhando, até mais do que se estivesse em sala de aula.

Ricardo Barros deveria, pelo menos, conhecer a realidade dos profissionais da educação pública e ter a consciência que os profissionais do magistério não pararam e todos estão em pleno exercício de suas atividades, já que, Cida Borghetti (PP), sua esposa, na gestão passada, foi vice-governadora.

De forma covarde, ele afirma que só os professores não voltaram a trabalhar.

Quem tem os filhos matriculados nas instituições públicas do Paraná, tem o conhecimento que eles estão em aulas remotas.

Os professores têm se virado para ministrar o material, no dia a dia, pagando os meios tecnológicos para ser um ensino de qualidade, já que usa seu notebook, celular pessoal e paga sua internet.

Todos esses instrumentos de trabalho teriam que ser repassados para cada professor; conforme regra de quem trabalha em home office, e não é o que vem acontecendo.

O professor gasta recursos próprios para suprir a necessidade em sala de aula, que seria de responsabilidade do governo do Paraná e da Secretária de Educação, comandada por Renato Feder, e ainda é covardemente agredido.

A ideia da turma, da extrema direita, é de desvalorizar o trabalhador; diminuir o salário, aumentar o custo de vida e obrigar a todos, voltar a sua vida profissional de forma presencial e causar uma comoção nacional com os altos índices de mortalidade provocadas pelo coronavírus, já que não vai ter vacinas para todos os professores e estudantes.

Após toda essa enganação, aí vão aparecer com a vacina para imunizar, quem sobreviveu ao holocausto causado pelo Presidente Jair Bolsonaro e sua turma de governadores mal-intencionados, como um meio de enganar e tentar garantir a reeleição, ou um novo cargo, que vai estar em disputa no próximo ano.

Por esse motivo, no Paraná, o governador Carlos Massa Ratinho Junior e seu Secretário de Educação, Renato Feder, desejam que a população volte imediatamente as salas de aulas. De forma irresponsável, vão causar o óbito de muitos professores, estudantes e agentes I e II e, que serão jogados numa vala sem direito a um funeral descente e sem despedida de familiares e amigos.

Governador e secretário da educação desejam aulas presenciais para maio com a intenção de ferrar com os professores e precarizar o ensino
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