Educação

Feder terá que explicar, ao judiciário, negociações comerciais com empresa de servidora

Imagem: Correio do Brasil

O Secretário da Educação e do Esporte, Renato Feder, conhecido como genocida, que usa técnica nazista para exterminar professores e alunos de escolas estaduais, com o objetivo claro, de acabar com a resistência e com o questionamento sobre sua gestão como secretário de estado, volta ao batente na sexta-feira (04), após ter se licenciado do cargo no dia 31 de maio.

O genocida, resolveu se afastar de Curitiba após o Blog do Take ter tornado público, o fato de ter sido obrigado afastar Adriana Kampa, por conta do questionamento do Ministério Público do Estado do Paraná, por suspeita de corrupção.

Tal questionamento, refere-se a uma empresa, pertencente a Adriana Kampa, até então diretora pedagógica. A servidora detém 99% da empresa MEDICATTO COMERCIO DE PRODUTOS MEDICOS HOSPITALARES LTDA – ME, que está sendo investigada pela venda de produtos de biossegurança para a Secretaria de Educação, aproveitando-se do cargo que ocupava.

Durante “a semana de férias”, quem assumiu a Secretária da Educação e do Esporte, foi Fercea Myriam Duarte Matheus Maciel.

Com a volta a capital, o Secretário da Educação, Renato Feder, tem muito o que explicar ao judiciário. Há servidores da SEED-PR que acreditam que o secretário não vai conseguir permanecer no cargo, e que vai ser exonerado nos próximos dias.

Como a empresa da servidora QPM foi utilizada nessa transação comercial, para quem conhece a legislação, um órgão público não pode contratar uma empresa pertencente a um servidor, ainda mais do mesmo departamento?

Ao consultar o Tribunal de Contas do Estado Paraná (TCE-PR), no dia 03 de setembro de 2019, o colegiado, por meio de um despacho, decidiu que a participação de empresas, ligadas a agentes públicos e parentes (até o terceiro grau) é irregular.

Por conta dessa determinação, o legislativo tem que se pronunciar e abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar, mais esse crime contra o povo do Paraná, já que foram desviados quase 20 milhões, que poderiam ter sido investidos na compra de vacinas, para imunizar os professores, os alunos e outros servidores de escolas, de todo o estado, da rede pública do ensino.

 

Feder terá que explicar, ao judiciário, negociações comerciais com empresa de servidora
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