Maringá

Com trabalho da Patrulha Maria da Penha, Prefeitura de Maringá fez o acompanhamento de 1,6 mil medidas protetivas em 2021

A Prefeitura de Maringá, por meio da Patrulha Maria da Penha, que é coordenada pela Guarda Civil Municipal, realizou 238 diligências e cumpriu 13 mandados de prisões em 2021, a pedido do Fórum e Ministério Público. O serviço, referência no País, tem objetivo de acompanhar, fiscalizar e apoiar mulheres vítimas de violência doméstica.

De acordo com o balanço, 1.616 vítimas foram abrigadas sob medidas protetivas, com afastamento do agressor. Destas, 1.030 são novas medidas de proteção e 586 são mulheres que tiveram a proteção prorrogada pelo poder judiciário. Foram atendidos também 12 disparos reais do botão do pânico (dispositivo de segurança) que, quando acionado pela vítima, a Guarda Municipal averigua a situação imediatamente.

ACOMPANHAMENTO – Desde quando a Patrulha Maria da Penha foi implantada em Maringá, são realizadas visitas periódicas na residência ou local de trabalho da vítima para verificar se ainda há situação de risco e se o agressor cumpre o que foi deferido pela justiça.

“Caso não haja o cumprimento das determinações judiciais, a patrulha age de acordo com medidas cabíveis que podem ser desde o recolhimento de provas até a detenção do agressor”, explica o secretário de Segurança de Maringá, Ivan Quartaroli.
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