Opinião

Renato Feder e Ratinho Junior são prejudiciais a educação dos paranaenses

APP - Sindicato

Os professores do Paraná estão sendo prejudicados, novamente, pelo jogo sujo da Secretária de Educação do Paraná, e estão sentido na pele a falta de sensibilidade de um governador que quer, a todo custo, destruir o processo educacional do Paraná.

Desde o início dessa gestão, os pedagogos, professores e os agentes I e II, vem sofrendo ataques de um governo que prometeu protegê-los e não extermina-los, como se fossem pragas. Os agentes não têm mais função nas escolas estaduais e a mão de obras, como faxineira, cozinheira e até o de secretária, foram terceirizadas. Para atender a demanda, o governo teve que abrir licitação, para contratar empresas para fazer os serviços essenciais.

Não faz a reposição salarial que os funcionários públicos têm direito e ainda obriga os pedagogos e professores a usar, o seu próprio recurso financeiro, para custear: o computador, a internet, o telefone, bem como a estrutura em suas residências, para atender as demandas das aulas online, é uma maneira que o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) está usando para precarizar o ensino e o avanço da educação. A defasagem salarial no setor, já ultrapassa os 40%. A reposição não vem e os professores são prejudicados. Em nenhum momento pediram aumento de salário, somente a correção pela inflação no período.

Além de precarizar o andamento das aulas, a denúncia é que a Secretária de Educação do Paraná, repassa cada vez mais trabalhos, para as equipes pedagógicas e os professores, prejudicando o andamento das aulas e a qualidade do ensino.

Cada vez mais aumenta a demanda de trabalhos, estão tirando os momentos de descanso e lazer, e aumentando a carga horária e que chega a ser desumana e injusta e que acaba prejudicando o convívio familiar da maioria, além de estar fazendo os profissionais adoecerem com tanta pressão.

A desculpa é a adaptação nas disciplinas de Artes, Filosofia e Sociologia. Como um trator, o Secretário da Educação, Renato Feder, tem tentado, de todas as maneiras, diminuir essas aulas, através de uma nova matriz curricular; mas que precisa da aprovação do Conselho Estadual da Educação. Detalhe, ainda não tem a aprovação e corre o risco desse ano letivo, não ter validade, prejudicando toda a comunidade escolar.

Nas aulas que acontecem de forma presencial, a Secretária de Educação, que tem em seu comando um empresário canalha e que deve muita explicação ao judiciário, inclusive por ter sonegado impostos em alguns estados onde atua, não fornece a proteção básica EPI, conforme prevê a legislação.

Para ser justo, cada funcionário público que está em atuação, precisa ter o mínimo para realizar os seus trabalhos.

Antes de tentar levantar a bandeira branca, o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior (PSD) deveria ter a coragem de vir a público, exonerar o Secretário de Educação do Estado do Paraná, o megaempresário, proprietário da Multileizer, Renato Feder; o inimigo público número um da educação e após, melhorar as condições de trabalho e salários dos funcionários da educação; já que são considerados essenciais.

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