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Maringá

Vacinação em Maringá está prevista para começar dia 20, às 10h

Seringas e agulhas que serão utilizadas na primeira etapa já estão em estoque. (Aldemir de Morais)
Se as vacinas contra a Covid-19 chegarem a tempo,  a primeira dose será aplicada na quarta feira dia 20, às 10h no hospital municipal, em um funcionário da linha de frente da área da saúde. Às 10h30, no mesmo dia, será a vez de um dos idosos do asilo São Vicente de Paulo receber uma dose.

Segundo o prefeito Ulisses Maia, o planejamento de Maringá está pronto, mas tudo depende da logística do Ministério da Saúde e da autorização de uso da vacina pela Anvisa. Até domingo, a Secretaria de Saúde de Maringá espera definir, em sintonia com o plano nacional do Ministério da Saúde, a operacionalização da vacinação no município.

O plano deverá seguir a recomendação em relação aos grupos prioritários e conforme recebimento das doses de vacina. A expectativa é de que a cidade receba material suficiente para aplicação na 1ª e 2ª  fases do esquema vacinal. Ou seja, cerca de oito mil pessoas devem receber a 1ª  e 2ª  doses.

Após a chegada da vacina, a expectativa é imunizar inicialmente os funcionários da linha de frente das unidades públicas e privadas de saúde que atendem casos suspeitos e confirmados de Covid-19 e os 405 idosos que estão em instituições de longa permanência.

Em Maringá são cerca de 17 mil profissionais que atuam na área da saúde e cerca de oito mil que atuam na linha de frente. Para evitar aglomerações, o prefeito Ulisses Maia determinou que a vacinação dos profissionais de saúde seja realizada nos próprios locais de trabalho dos mesmos e os idosos serão vacinados nas instituições onde se encontram.

A prefeitura possui as seringas suficientes para a vacinação, mas o município vai utilizar o material que será enviado pelo Governo do Estado, já que a demanda por vacinas no município é grande. Hoje existe um processo de compra de seringas em andamento no município.

Futuramente, quando Maringá receber novas doses, o Município seguirá as recomendações do Ministério da Saúde para priorizar os grupos de risco. A expectativa é de vacinar os demais funcionários que atuam na área de saúde, as pessoas acima de 60 anos (cerca de  44 mil de acordo com o IBGE), os portadores de doenças crônicas (população com cerca de 39 mil pessoas – IBGE) e, por fim, chegar a 100% da população da cidade.
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